Começamos no Miradouro de Santa Luzia assim que o sol começou a se pôr, com uma suave luz dourada filtrando através das folhas. Isso deu às imagens uma sensação profunda e natural, destacando as texturas dos azulejos antigos e criando uma atmosfera acolhedora.
Ela não posou demais — se movia, mudava os gestos, olhava ao redor, sorria. Isso deu à sessão um fluxo leve e honesto. Parecia que ela estava simplesmente aproveitando Lisboa, sem atuar para a câmera.
Trocamos de lugar, mas permanecemos em Alfama. Uma porta vermelha, paredes cobertas de flores roxas, caminhos estreitos com bandeirinhas — tudo reconhecível, mas ainda assim fresco. O vestido se movia com o vento, adicionando forma, mas sem roubar a atenção. Era apenas parte da cena.
Não havia um plano fixo, nem uma configuração. Seguimos a luz e a vibe. Isso é o que fez tudo parecer vivo. Esta sessão de fotos em Portugal foi sobre capturar o ritmo da cidade através de alguém se movendo naturalmente nela. Como fotógrafo, eu apenas me certifiquei de não atrapalhar isso.
































































