RAF apresentou uma série chamada Neblina Cromática – colorida, abstrata e cheia de movimento. Um dos destaques foi uma pintura ao vivo, feita ali mesmo com respingos e projeção de tinta. Sem filtros, sem ensaios – apenas o processo puro.
As pessoas pararam. Assistiram. Se perguntaram. Não é o seu espaço corporativo habitual. Mas essa é a questão — a arte encontrou a ciência, e funcionou. Lisboa, tinta e um silêncio inesperado entre as gotas.
O Taguspark não é apenas laboratórios e tecnologia. Ele respira criatividade. Concertos, eventos ao ar livre, instalações. Esta exposição se sentiu em casa.
Como fotógrafo, tentei capturar a sensação, não apenas os fatos. Aqui está como tudo aconteceu — desde o primeiro traço de tinta de RAF até as expressões nos rostos das pessoas.
















































































































































































